A população com mais de 65 anos cresceu!

A população com mais de 65 anos cresceu!

O Brasil possui 10,53% da população com mais de 65 anos, segundo a FGV.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV Social) realizou a pesquisa Onde Estão os Idosos? Com objetivo de reunir informações detalhadas sobre os idosos brasileiros, com a intenção de auxiliar os gestores de políticas públicas na proteção deste grupo de pessoas durante a pandemia do Coronavírus.

A população brasileira de pessoas com mais de 65 anos cresceu 20% em comparação ao ano de 2012. De acordo com a pesquisa, há mais idosos entre as mulheres e entre amarelos e/ou brancos, pois possuem uma maior expectativa de vida e uma taxa de fertilidade menor.

A pesquisa aponta que 19,3% dos idosos são chefes de família ou moram com chefes de família. 91,5% correspondem aos avós, pais, mães, sogros e sogras que moram com algum tipo de familiar, que também estão no que passou a ser grupo de risco. Isto sugere dificuldade na política de isolamento domiciliar. Por outro lado, domicílios com idosos são 25,6% menores em número de pessoas que a média. A próxima etapa desta pesquisa, a ser lançada em breve, irá detalhar o perfil de quem mora com os idosos.

“De acordo com a FGV os números demonstram que em 34,5% dos lares brasileiros,
havia pelo menos uma pessoa com 60 anos ou mais.”

Panorama mundial

O país com maior número de idosos é o Japão com 28,4% da população. Em segundo lugar a Itália com 23,3%. Os territórios mais ricos do mundo também apresentam maior proporção de idosos na população. O Brasil está em uma categoria intermediária, porém, a proporção de pessoas com 65 anos ou mais varia de acordo com a renda. Entre 98 países analisados, o Brasil está em 80º no ranking do número de idosos.

Considerando os dados da pesquisa no Brasil a região Sudeste é que possui maior número de idosos:  

  1. Rio de Janeiro com 13,06%
  2. Rio Grande do Sul com 12,95%
  3. São Paulo com 11,27%
  4. Minas Gerais com 11,19%.

A região Norte é a que apresenta o menor percentual de idosos:

  1. Roraima com 5,26%
  2. Amapá com 5,75%
  3. Amazonas com 6,7%
  4. Acre com 6,9%
  5. Pará com 7,07%

De acordo com o site G1, uma outra pesquisa realizada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, demonstrou que 4 milhões de idosos vivem sozinhos no Brasil. Devido ao isolamento social e por fazerem parte do grupo de risco, essas pessoas mudaram suas rotinas diárias, e a única opção que lhes resta é ficar em casa.

Durante o período de pandemia, é importante que alguns cuidados devam ser levados em conta com nossos entes queridos. Ajudá-los a passar o tempo é uma ótima iniciativa, então, incentivar a fazer exercícios físicos em casa mesmo é uma excelente opção para manter qualidade física. É válido incentivar atividades que sejam do gosto deles, indicando séries e filmes, palavras cruzadas, jogos, ou novas receitas.

O isolamento social é prejudicial para todos, principalmente para os idosos que tinham uma vida social ativa. Longos períodos distante das pessoas que gostamos pode resultar em ansiedade, depressão e síndrome do pânico, entre outras doenças. Por isso é importante manter contato com eles, aproveite para ensiná-los a usar as redes sociais, aplicativos de mensagens e chamadas de vídeos. Caso o idoso não consiga usar a tecnologia, pode-se fazer visitas breves com todos os cuidados necessários como o uso de máscara, álcool em gel e mantenha pelo menos um metro de distância.

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Fontes:
FGV
G1
blog.freedom.ind.br

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