Home office – mulheres terão mais oportunidades profissionais no pós-crise!

Home office – mulheres terão mais oportunidades profissionais no pós-crise!

A pandemia fez surgir uma nova geração de responsabilidade social corporativa

Segundo o estudo da consultoria Have Her Back com profissionais americanos de empresas de pequeno e médio porte, mulheres terão mais oportunidades profissionais no pós-crise, pela fácil adaptação ao trabalho remoto.

Durante a quarentena do coronavírus, muitas famílias têm dividido as tarefas domésticas e principalmente os cuidados e atenção com filhos. Porém para os pais, a experiência do home office com as responsabilidades de uma casa, tem sido mais intensa e, de acordo com o estudo, 31% dos pais relataram o “cuidar” durante a quarentena como “extremamente difícil”, em comparação com 14% das mães.

Mas o motivo desse resultado é que, 76% dos empregos na área de saúde nos Estados Unidos pertencem a mulheres, muito parecido com cenário brasileiro – sendo que 85% são da área da enfermagem. Sendo assim, as mães saem para trabalhar, e os pais ficam em casa com todas as responsabilidades.

Os pais que possuem cargo de liderança e passaram a trabalhar remotamente durante a crise, tiveram a oportunidade de colocar uma lupa sobre as questões de preconceito contra mulheres no mercado profissional americano.

E o melhor! 87% dos pais concordaram que as mulheres terão mais oportunidades profissionais no pós-crise, principalmente depois de terem filhos, por causa do trabalho remoto.

O estudo ainda destaca, que líderes de empresas deverão repensar suas escolhas depois dessa experiência: o que eles priorizaram antes da crise pode parecer muito diferente agora e no futuro. Quando perguntados sobre quais benefícios os entrevistados desejavam ter, e suas empresas não estavam fornecendo, 36% das mães e 27% dos pais desejam um horário de trabalho mais flexível. Vinte por cento das mães e 40% dos pais querem a capacidade de trabalhar remotamente.

A consultoria Have Her Back acredita que a pandemia tenha feito surgir uma nova geração de responsabilidade social corporativa, focada em olhar para dentro. Haverá novas réguas para medir o que as empresas fazem quando se trata de equidade, diversidade e inclusão de gênero, bem como ações que adotam para promovê-las.

A conclusão do estudo é que voltar à maneira como as coisas eram, não é a resposta para entrar no novo normal. As empresas que colocarem seus funcionários em primeiro lugar agora, terão a melhor oportunidade de transformar sua força de trabalho nos próximos anos.

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Fonte: revistapegn.globo.com

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