Idoso que cuida de outro idoso. Quando pedir ajuda externa?

Idoso que cuida de outro idoso. Quando pedir ajuda externa?

Observar os riscos é uma excelente forma para oferecer ajuda.

O envelhecimento da população brasileira e as novas configurações familiares com menos filhos, trazem um novo cenário em nossa realidade – que é um idoso cuidando de outro idoso. Lembrando que aqui no Brasil é considerado idoso uma pessoa acima dos 60 anos.

Com o aumento da expectativa de vida, é muito comum encontrarmos casos de filhos sexagenários cuidando dos pais octogenários, como também irmãos mais novos cuidando dos irmãos mais velhos, casais que envelhecem juntos e preferem cuidar um do outro, e assim por diante.

A questão é que o cuidar de uma pessoa, principalmente dos idosos, requer habilidades como atenção e esforço físico, que muitas vezes o idoso cuidador não possui. E aí que devemos nos atentar.

Uma de nossas colaboradoras está passando por essa experiência, sua mãe, viúva, com 75 anos está cuidando do irmão, divorciado, de 79 anos. Ambos possuem sequelas do tabagismo como problemas pulmonares, pressão alta e fibromialgia. Alguns dias atrás ele teve uma infecção pulmonar que o forçou a vir morar com a irmã. Ela, apesar da idade e das doenças, é ativa, e por esse motivo não aceita ajuda externa. Por conta disto, a família criou um esquema com visitas diárias e chamadas de vídeos. “Ficamos em alerta 24 horas por dia” – disse nossa colaboradora.

Se sentir ativo é excelente para a qualidade de vida do idoso, o problema está na fragilidade do corpo e os riscos que isso pode trazer ao cuidar de outra pessoa.

Como avaliar os riscos quando um idoso cuida de outro idoso

Observar atentamente e manter uma rotina de acompanhamento com o geriatra, é a melhor forma de manter os cuidados necessários dos idosos.

De acordo com a Dra. Sumika Mori Lin, geriatra, especializada em idosos frágeis, fundadora da Goki Geriatria – “nem sempre o idoso que acompanha o idoso é nosso paciente. Nessa situação, observamos sua apresentação física, sua conversa durante a consulta, e se notamos sinais indiretos de algum comprometimento físico ou cognitivo, podemos sugerir um acompanhamento médico. Se ambos são. Nossos pacientes, avaliamos a capacidade de cuidado mútuo, e se insuficiente, sugerimos acrescentar uma terceira pessoa, na figura de um cuidador”.

Qual o momento certo que a família deve oferecer ajuda externa

O momento certo é aquele em que fatores como saúde emocional, higiene, memória, alimentação, descontrole financeiro, comorbidades descontroladas, entre outros, passam a ser afetados ou são afetados diretamente.

Nestes casos a família deve se reunir e decidir juntamente com os idosos a melhor forma de ajuda externa.

Envelhecer faz parte do processo natural do ser humano, envelhecer junto de alguém que amamos torna a vida muito melhor.

Nós do Grupo Cuidar, estamos há mais de 15 anos no mercado, realizamos todo o processo de seleção de acordo com sua necessidade, e acompanhamos de perto o dia a dia para que você e sua família se sintam seguros e confortáveis.

Possuímos um banco de dados com profissionais qualificados e com experiência, com isso, queremos que a única preocupação da família diante de uma situação de necessidade de cuidados, seja estar próximo e desfrutar de momentos de carinho com seu familiar.

Nossos serviços de cuidadores de idosos em São Paulo:

  • Cuidador para intrahospitalar
  • Cuidador para desospitalização / transição de cuidados
  • Cuidador para instituição de longa permanência
  • Cuidador para pessoas com necessidades especiais
  • Cuidador para acompanhamento em exames
  • Cuidador para acompanhamento domiciliar

Leia também em nosso blog: O que faz e o que não faz o cuidador de idosos

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